O secretário Pedro Lopes foi à imprensa (LEIA AQUI) e mentiu ao dizer que o Projeto de Lei sobre os servidores da Administração Direta cria vagas adicionais e não reduz o quadro de servidores.
Veja o documento abaixo em que o secretário afirma em 09 de setembro de 2024 que vai diminuir 7.310 cargos administrativos de nível fundamental:

Leia o que diz o governo, em documento assinado pelo secretário Pedro Lopes, que afirma que o Estado terá economia de R$ 7 milhões.
"Ainda como medida de redução de despesa de médio/longo prazo, na Mensagem n° 18/2024, o Projeto de Lei Complementar efetua a redução líquida de 7.310 cargos públicos, sendo 9.185 de nível fundamental, aumento de 850 de nível médio, e 914 de nível superior, que representa uma média de redução de custos futuros na ordem de R$ 7.253.280,18 (sete milhões, duzentos e cinquenta e três mil duzentos e oitenta reais e dezoito centavos), mensais, sem encargos. Essas reduções foram nos cargos gerais da administração direta, regidos pela Lei Complementar Estadual 432/2010, do GAC, SEFAZ (técnicos tributários), IDEMA, JUCERN, EMATER, DER. Ampliando-se esta medida, está em estudo a extinção de 900 cargos da DATANORTE e BANDERN. Ademais, existe ainda tratativas com as associações de classe da Polícia Militar e Bombeiros Militares para instituição de carreira temporária de até 50 % dos cargos, computados dentro do quadro geral já estabelecido para as carreiras militares"
Além disso, o secretário diz que tal medida vai permitir concurso público para quase cinco mil servidores.
No entanto no Projeto de Lei não há qualquer menção a realização de concurso para cargos administrativos.
Por fim, Pedro Lopes afirma que o SINSP propaga fake News ao alertar sobre a tentativa do governo de acabar com cargos administrativos, mas não traz qualquer menção ou explicação sobre o porquê de ele ter assinado despacho afirmando que vai economizar R$ 7 milhões extinguindo 7 mil cargos.
“Nós do SINSP temos a obrigação legal de zelar pelos servidores da Administração Direta e não mediremos esforços para que ataques do governo sejam coibidos. Infelizmente o secretário ao invés de esclarecer prefere atacar nós representantes classistas”, afirmou a presidenta Jaenayre Souto.
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