O aumento do imposto ICMS traz uma dura consequência para os trabalhadores: o aumento do custo de vida. E sabemos que a grande maioria da mão de obra vive com salários que mal chegam ao final do mês.
Essa é a triste realidade dos servidores mais humildes do Estado do Rio Grande do Norte, por exemplo.
O aumento de ICMS vai se somar a subida do custo de alimentos que está acontecendo atualmente no Rio Grande do Norte, no Nordeste e no Brasil como um todo.
Além do aumento do custo de alimentos que está ocorrendo na Cesta básica. Ela cresceu nos últimos 12 meses mais de 8%, enquanto a inflação é 4%, ou seja, mais que o dobro da inflação.
A chegada do aumento da alíquota de ICMS vai fazer crescer ainda mais esses preços, aumentar ainda mais o custo de vida e reduzir o poder de compra dos servidores e trabalhadores do estado Rio Grande do Norte, porque sabemos que os empresários não têm pena. Qualquer aumento de custo vai mais uma vez somar para aumentar ainda mais a margem de lucro deles.
Então, esse componente nefasto que é o aumento da alíquota traz um peso gigante para os trabalhadores e trabalhadoras no estado do Rio Grande do Norte.
Aliado a isso, a dificuldade que o governo tem de transformar esses aumentos de alíquota em arrecadação tendo em vista que o mercado de trabalho está muito aquecido e ele poderia ter se organizado do ponto de vista fiscal para ter uma maior arrecadação, fazendo maior esforço fiscal para que esse dinheiro fosse aportado nos cofres do estado do Rio Grande do Norte sem precisar ampliar tanto o valor da alíquota de 18% para 20%.
Pela defesa dos servidores mais humildes o SINSP é contra o aumento do ICMS no Rio Grande do Norte.
Veja mais informações:
O SINSP é contra o aumento da alíquota modal do ICMS, de 18 para 20%!

