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    Home»Informação»Para manter privilégios da casta dos altos salários, governo pode ter orçamento insuficiente para pessoal em 2026
    Informação

    Para manter privilégios da casta dos altos salários, governo pode ter orçamento insuficiente para pessoal em 2026

    13 de outubro de 2025
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    Mais um absurdo à vista vindo do governo do RN. Leia abaixo a reportagem da Tribuna do Norte (ou CLIQUE AQUI) em que é apresentado um panorama impactante negativamente para os servidores públicos do Estado.

    Possível falta de dinheiro para pagar servidores! E tudo isso, como sempre o SINSP demonstrou, para manter e ampliar privilégios dos servidores com mais altos salários.

    Veja o texto completo:


    O Governo do RN corre o risco de ter orçamento insuficiente para despesas com pessoal e manutenção administrativa no ano de 2026, segundo análise da Secretaria de Planejamento, com base em projeções da Secretaria da Fazenda. A constatação motivou uma consulta à Procuradoria-Geral do Estado e a Controladoria-Geral do Estado, tendo em vista que será o último ano de gestão da governadora Fátima Bezerra e contrair dívidas que não podem ser pagas dentro do mandato gera implicações legais para os gestores públicos. A CGE e a PGE elencam medidas para conter gastos, como a proibição de reajustes com pessoal, limite de inscrição de restos a pagar, revisão de renúncias fiscais e adicionais e gratificações para servidores, bem como fortalecer a arrecadação da dívida ativa.

    As consultas ocorrem no âmbito da Secretaria de Estado do Planejamento, do Orçamento e da Gestão (Seplan), que pediu à Control e à Procuradoria-Geral do Estado (PGE) uma manifestação conjunta sobre medidas cabíveis para manter a máquina estatal equilibrada no último ano de gestão da governadora. A preocupação surgiu a partir de estimativas de receitas para 2026 da Secretaria de Fazenda (Sefaz) e a possibilidade de insuficiência orçamentária. O documento não cita as projeções de arrecadação para 2026.

    O Núcleo de Monitoramento de Indicadores, de Consultoria e de Elaboração do Relatório de Contas de Governo e Gestão, vinculado à Controladoria-Geral do Estado (Control), sugere uma série de medidas a serem tomadas pelo Governo do Estado em 2026, visando manter o equilíbrio financeiro e não desrespeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

    Uma das medidas é a prudência “máxima” na gestão da receita, com revisão de renúncias fiscais e avaliação de efetividade e custo fiscal, “priorizando a manutenção apenas daqueles que apresentem relação custo-benefício comprovada”. Em outra medida, técnicos da Control sugerem auditoria sobre gratificações concedidas a ativos, que em julho de 2025 somaram R$ 17,9 milhões. Em valores anuais, os adicionais podem chegar a R$ 214,9 milhões. “É importante verificar se os pagamentos estão condizentes com o atual exercício/atribuição do servidor.”

    Também há sugestões para inativos, verificando eventuais incorporações e concessões de adicionais aos proventos de aposentadorias de forma indevida, e para os terceirizados, recomendando estudo de viabilidade de redução do quadro de atividade-meio no Estado. Planilhas com custos a partir de R$ 500 mil precisariam passar por análise mais minuciosa do Núcleo de Conformidade da Control.

    Outra estratégia seria fortalecer a arrecadação da dívida ativa, que somava R$ 11 bilhões até agosto deste ano. A arrecadação em agosto, por sua vez, somou apenas R$ 7 milhões.

    Entre outras sugestões estão ainda a limitação de empenho e gestão da disponibilidade de caixa para 2026, estabelecendo metas bimestrais de arrecadação e revisões periódicas sobre o comportamento da receita. A ideia seria criar um “decreto de programação financeira e cronograma mensal de desembolso”, disciplinando a trajetória de liberação de limites por fonte e por órgão.

    Em 2024, o Governo do Estado publicou dois decretos com o intuito de conter gastos na Administração Direta e Indireta do Estado. Na época, o estado anunciou a suspensão de nomeação de novos servidores efetivos e temporários, redução de participação em viagens, feiras, congressos ou qualquer evento que implicasse gastos com passagens aéreas e diárias, contratos de locações de mão de obra, veículos e imóveis, além de determinar que os órgãos estaduais reduzissem despesas em pelo menos 25% do custeio, inclusive em contas de água, energia e telefone.

    Nesse sentido, auditores fiscais identificaram que os decretos resultaram numa economia líquida aproximada de R$ 56 milhões entre o último bimestre de 2024 e o primeiro quadrimestre de 2025. No entanto, analisando o exercício de 2024 em relação a 2023, verificou-se aumento líquido de cerca de R$ 200 milhões, “evidenciando que as reduções de curto prazo não foram suficientes para inverter a tendência de crescimento da despesa”, escreveram os auditores de finanças e controle da Controladoria.

    “Os decretos funcionaram como medidas emergenciais de contenção, com efeito inicial observado, mas que não se sustentou no médio prazo. A análise sugere que parte das liquidações pode ter sido postergada para o período subsequente, reduzindo o impacto imediato. Em síntese, os decretos produziram efeitos pontuais e temporários, mas não foram suficientes para alterar a trajetória de crescimento da despesa de custeio”, aponta conclusão de parecer de dois auditores do Estado do Núcleo de Inteligência, Informações Estratégicas e Promoção à Lei Geral de Proteção de Dados (NID).

    Governo diz que analisa medidas

    Em nota enviada à TN, a controladora do Estado, Luciana Daltro, afirmou que a consulta da Seplan reflete um comportamento “preventivo e republicano” e disse que a Seplan adota medidas preventivas para garantir responsabilidade fiscal em 2026. Nesse contexto, a consulta feita pela pasta visa as medidas cabíveis para assegurar o equilíbrio fiscal e a conformidade legal das despesas públicas no exercício de 2026. “Algo que está sob avaliação técnica criteriosa, de maneira que as eventuais medidas sejam pontuadas, discutidas e aplicadas”, disse.

    “O encerramento de mandato é um momento que exige ainda mais atenção às normas da LRF e às boas práticas de integridade fiscal. Antecipar cenários e buscar orientação técnica é o caminho mais seguro para garantir a sustentabilidade das contas públicas e a confiança da sociedade”, disse.

    “A manifestação da CGE e da PGE orientará as decisões administrativas para o exercício de 2026, assegurando que o Estado siga observando os princípios da legalidade, da responsabilidade e da transparência que norteiam a gestão pública potiguar”, acrescentou.

    Helder Cavalcanti, diretor do Conselho de Economia: “As projeções dependerão da eficiência do Estado” | Foto: Arquivo TN
    Economista defende modernização da gestão pública

    Para o consultor e economista Helder Cavalcanti, diretor de Educação do Conselho Regional de Economia (Corecon-RN) e sócio da F Group, o Estado atravessa um momento de desafios fiscais e administrativos semelhantes aos enfrentados por diversas unidades federativas do país. A conjuntura econômica nacional, a rigidez orçamentária e o aumento das despesas obrigatórias, segundo ele, impactam diretamente a capacidade de investimento.

    Ele cita que há oportunidades de reorganização e modernização da gestão pública, especialmente com o uso de ferramentas tecnológicas, revisão de contratos, incremento de arrecadação própria e parcerias estratégicas. “As projeções até 2026 dependerão da eficiência com que o Estado consiga equilibrar o ajuste fiscal com políticas que promovam desenvolvimento econômico sustentável e valorização do servidor público”, aponta.

    Entre as ações possíveis para contenção de gastos, segundo Helder Cavalcanti, estão a revisão de contratos e processos licitatórios, buscando eficiência e economicidade; controle rigoroso de despesas com pessoal, respeitando os limites legais da Lei de Responsabilidade Fiscal; modernização dos sistemas de arrecadação e combate à evasão fiscal; fortalecimento das parcerias público-privadas e convênios federais para reduzir a pressão sobre o Tesouro Estadual; e planejamento plurianual realista, com metas claras e acompanhamento da execução orçamentária.

    Sobre as propostas sugeridas pela Control, Helder Cavalcanti aponta que é possível afirmar que medidas voltadas à gestão de despesas correntes, melhoria na arrecadação tributária e otimização de contratos e convênios são as de maior viabilidade imediata.

    “Aquelas que envolvem reestruturação administrativa, revisão de benefícios fiscais e digitalização de processos tendem a apresentar resultados progressivos e sustentáveis. A exequibilidade depende, sobretudo, da capacidade técnica e da coordenação intersetorial do Governo para implementar as mudanças com equilíbrio e responsabilidade social”, finaliza.

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