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    Home»Política»Mulheres saem às ruas do Brasil para denunciar feminicídios
    Política

    Mulheres saem às ruas do Brasil para denunciar feminicídios

    8 de dezembro de 2025
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    A onda de feminicídios que chocou o país nas últimas semanas teve uma resposta neste domingo (7) com a mobilização nacional “Levante Mulheres Vivas”. Atos convocados por organizações de mulheres, como a UBM (União Brasileira de Mulheres), em diversas capitais do país, denunciaram a violência cotidiana a que as mulheres são submetidas e a omissão das autoridades no assunto.

    De acordo com o Mapa Nacional da Violência de Gênero, cerca de 3,7 milhões de mulheres no país viveram um ou mais episódios de violência doméstica nos últimos 12 meses. O Ministério das Mulheres indica que ocorreram 1.180 feminicídios neste ano e quase 3 mil atendimentos diários pelo Ligue 180.

    Em Brasília (DF), a manifestação foi na Torre de TV. Estiveram presentes as ministras Cida Gonçalves (Mulher), Anielle Franco (Igualdade Racial), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovações), Sônia Guajajara (Povos Indígenas) e Esther Dweck (Gestão e Inovação), assim como a primeira-dama Janja Lula da Silva.

    Nas suas redes sociais, Cida disse: “É impossível olhar para essa realidade sem indignação. Estamos diante de uma mobilização nacional poderosa, que se espalha pelo Brasil exigindo o óbvio: que mulheres vivam. Que tenham direito à segurança, à liberdade, à dignidade.”

    Por sua vez, Anielle Franco destacou: “Nenhum ato de violência pode passar despercebido. Não podemos continuar enterrando mulheres e ignorando a epidemia de
    violência que as atinge diretamente. Marchamos hoje juntos e juntas, a mobilização coletiva é urgente! Não aceitaremos nenhuma mulher a menos.”

    Já a primeira-dama Janja afirmou que “é inadmissível que um homem mate uma mulher e, dias depois, viva livremente em sociedade, podendo matar outras de nós. Precisamos lutar por uma mudança no Código Penal brasileiro, para que esses homens recebam penas mais duras.”

     

    Fonte: CSPB

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