O SINSP vem a público denunciar mais um grave caso de apropriação indébita por parte do Governo do Estado. Desta vez, a vítima é o bolso de cada servidor que possui um empréstimo consignado e confia que o desconto em folha será direcionado à instituição financeira credora.
Em audiência na comissão de Administração da ALRN, presidida pelo deputado Luiz Eduardo (Solidariedade), o secretário de Estado da Fazenda não apenas admitiu a prática, como a justificou. Ele confirmou que o montante, que gira em torno de R$ 100 milhões, por mês fica retido no caixa do Estado para “fazer a gestão” pública.
Isso significa que o Governo Fátima Bezerra utiliza o dinheiro privado dos servidores, destinado por contrato a quitar suas obrigações bancárias, para custear as despesas correntes do Estado. É uma operação irregular, onde o governo age como se apropriasse de um recurso que não é seu..
O mais revoltante, além da admissão da prática, foi a tentativa paliativa de acalmar os ânimos. O secretário Cadu, que já havia prometido a regularização dos repasses em 2023, agora promete novamente que a situação será normalizada apenas em dezembro de 2024.
O SINSP questiona: DÁ PARA ACREDITAR?
Esta nova promessa não apaga o fato de que, há anos, o governo vem se utilizando desse artifício para mascarar sua própria incapacidade financeira às custas do suor do servidor.
De acordo com correspondentes bancários, há duas parcelas não pagas ao Banco do Brasil, e o emrpréstimo está bloqueado desde 21 de julho.
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