Após denúncia do SINSP, o Estado está sendo investigado pelo MPT/RN e terá que responder o porquê de ainda ter servidores em trabalho presencial, como também esclarecer a exigência de laudo médico retratando comorbidade e outros fatores de risco dos servidores
Informamos à categoria que estamos atentos aos prazos e foi protocolado um ofício junto à Secretaria Estadual de Educação com o intuito de garantir que todas as providências sejam tomadas para que a GME seja paga no contracheque do mês de abril
A professora Marize Vasconcelos que no início de março foi contrária à Portaria que impedia o atendimento presencial, agora diz que “as gestoras e gestores não são tolinhos e têm autonomia… Estão indo porque querem”
gora queremos saber do secretário Getúlio Marques quantos mais servidores precisam morrer para ele fechar as escolas do Estado?
A representação do SINSP encaminhada ao MPT/RN ainda pede a suspensão imediata da exigência do laudo médico retratando a comorbidade e outros fatores de risco dos servidores e que seja determinado de colocar todos os servidores em casa em distanciamento social
Uma servidora foi contaminada enquanto trabalhava, passou 15 dias com a doença, infelizmente veio a óbito e o secretário e o diretor da Direc só descobrem o caso agora? Isso é um desrespeito com todos os servidores públicos e expõe como a SEEC deixa ao deus-dará a vida do servidor
Dessa forma, os servidores só poderão receber novas gratificações a partir do primeiro dia de 2022
O julgamento da ação ocorreu de forma virtual, e a a tese foi classificada na ação judicial como “nefasta e horrenda”
O SINSP está lutando para que o Estado forneça em todos os locais de trabalho do executivo estadual equipamentos de proteção individual adequados para proteção dos servidores públicos
