Uma servidora foi contaminada enquanto trabalhava, passou 15 dias com a doença, infelizmente veio a óbito e o secretário e o diretor da Direc só descobrem o caso agora? Isso é um desrespeito com todos os servidores públicos e expõe como a SEEC deixa ao deus-dará a vida do servidor
A representação do SINSP encaminhada ao MPT/RN ainda pede a suspensão imediata da exigência do laudo médico retratando a comorbidade e outros fatores de risco dos servidores e que seja determinado de colocar todos os servidores em casa em distanciamento social
gora queremos saber do secretário Getúlio Marques quantos mais servidores precisam morrer para ele fechar as escolas do Estado?
É irresponsável a falta de comunicação que há dentro da SEEC, onde o subsecretário desmente o próprio secretário e determina medidas caóticas que recentemente levaram a morte de uma servidora e que há um ano contamina cada vez mais funcionários de escolas
A professora Marize Vasconcelos que no início de março foi contrária à Portaria que impedia o atendimento presencial, agora diz que “as gestoras e gestores não são tolinhos e têm autonomia… Estão indo porque querem”
Na Escola Estadual União do Povo não há nenhum servidor cumprindo seu trabalho presencialmente, nem mesmo a diretora vai ao local enquanto vigorar o Decreto governamental de lockdown.
O RN vive o pior momento desta pandemia e não podemos brincar com a saúde de servidores, seus familiares e todos que envolvem a comunidade escolar, como pais e alunos. O lockdown tem de ser respeitado e o SINSP está vigiante para que isso aconteça!
O SINSP vai apurar as denúncias recebidas, tanto no Centro Educacional Felinto Elísio, como em todas as outras escolas do Estado. Caso algum local de trabalho ainda esteja convocando seus funcionários ao trabalho presencial, o sindicato vai denunciar imediatamente o caso para o Ministério Público do Trabalho
Essa atitude é uma traição aos eleitores do RN que hoje veem o sistema de saúde colapsado e sem recursos para ampliação no número de leitos. O dinheiro enviado para São Paulo poderia ter salvado a vida de muitos dos mais de 4 mil potiguares mortos por covid-19
