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    Home»SINSP»Mulheres não devem se calar diante da violência! Denuncie!
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    Mulheres não devem se calar diante da violência! Denuncie!

    20 de julho de 2021
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    A mulher brasileira é uma das que mais sofrem com a violência doméstica em todo o mundo: o Brasil ocupa a quinta posição no ranking do feminicídio. No RN, somente no primeiro semestre de 2021 foram registrados 2.355 casos de violência contra a mulher. No ano passado, neste mesmo período, foram 1.814 casos.

    Mas esse índice não representa necessariamente a realidade. Ainda há muita subnotificação, ou seja, os números são ainda maiores. Por esse motivo é extremamente necessário a denúncia de todos os casos de violência.

    O SINSP está aberto para acolher e auxiliar as mulheres potiguares, servidores públicas, que sofrem violência. Nos procure através dos telefones 3201-4130 ou 988401607 ou também pelo e-mail: sinsprn@gmail.com.

     

    Saibam quais são os tipos de violência para poder identificar

    VIOLÊNCIA FÍSICA: Bater, empurrar, morder, puxar o cabelo, estrangular, chutar, queimar, cortar, torcer ou apertar o braço são exemplos. A violência física deixa marcas e hematomas visíveis na maior parte dos casos.

    VIOLÊNCIA SEXUAL: É a prática do sexo sem o consentimento. É forçar o ato sexual quando a mulher não quer, quando está doente ou dormindo; é forçar atos que causem desconforto. Impedir a mulher de decidir se quer ou não ter filhos, e quando é o melhor momento, também caracteriza a violência sexual.

    VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA: É aquela em que a vítima é humilhada, xingada, criticada continuamente ou desvalorizada. São atos como tentar tirar a liberdade de ações ou crença, em que se tenta fazer parecer que a mulher é louca ou que a impeça de trabalhar, estudar, visitar a família, etc. É a violência emocional que a mulher sofre. Também está caracterizada a violência psicológica contra a mulher quando o/a agressor/a insinua a existência de amantes, desrespeita o seu trabalho, critica sua atuação como mãe, fala mal do seu corpo, como também não deixa se maquiar, cortar o cabelo ou usar a roupa que gosta, deixando-a com autoestima baixa.

    VIOLÊNCIA PATRIMONIAL: É cometida quando o/a agressor/a controla retém ou retira o dinheiro da mulher; causar danos aos seus bens e objetos (rasgar roupas e fotos), reter documentos pessoais e instrumentos de trabalho, receber aposentadoria e não repassar o dinheiro, esconder o cartão do banco, etc.

    VIOLÊNCIA MORAL: Acontece quando a mulher é vítima de comentários ofensivos feitos a pessoas estranhas, quando a mulher é humilhada publicamente, quando lhe são imputados fatos inverídicos, ou quando sua vida íntima é exposta ao público, inclusive nas redes sociais.

     

    Denuncie

    Se desconfiar que alguma mulher próxima sofre violência doméstica, você pode ajudá-la denunciado aos órgãos competentes. A ligação é anônima, você não precisa se identificar e nem ter certeza do fato [este poderá ser apurado pelas autoridades.

    A Central de Atendimento à Mulher é um serviço criado para o combate à violência de gênero e oferece três tipos de atendimento: registros de denúncias, orientações para vítimas de violência e informações sobre leis e campanhas.

    Não se cale, denuncie. Disque 180 ou procure o SINSP.

     

    Saiba mais:

    Violência contra a mulher cresce 29% no RN no primeiro semestre de 2021

    9% das mulheres brasileiras sofreram violência sexual alguma vez na vida, diz pesquisa do IBGE

    Tribunal de Justiça afasta juiz que disse “não estar nem aí” da Lei Maria da Penha

    Após ser ameaçada, soldada da PM denuncia coronel por assédio sexual

    STF proíbe argumento da legítima defesa da honra em casos de feminicídio

    Sinal vermelho na palma da mão contra a violência doméstica

    Mulher pede ajuda em bilhete durante matrícula do filho e agressor é preso

    SINSP apoia o Agosto Lilás, mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher

    Pensão alimentícia para mulher está prevista na Lei Maria da Penha

    Uma a cada 4 mulheres foi vítima de violência no último ano

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