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    Home»Política»Governo suspende negociação salarial e não garante nem o piso dos professores em 2024
    Política

    Governo suspende negociação salarial e não garante nem o piso dos professores em 2024

    9 de novembro de 2023
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    Em audiência com representação sindicais, o secretario Pedro Lopes, da Administração, afirmou que não dará continuidade na negociação salarial dos servidores, que teve início em março deste ano, e foi adiado diversas vezes até esta absurda suspensão.

    A reunião desta quinta-feira (09) também contou com a presença de representes do Gabinete Civil e Controladoria-geral do Estado.

    De acordo com os representantes do governo, enquanto não houver a aprovação da manutenção do ICMS em 20% não haverá nenhum avanço nos direitos dos servidores. A fala do governo deixou claro que sem a manuteção da alíquota nem mesmo o piso da categoria da governadora Fátima Bezerra deve ser pago no próximo ano.

    "Viemos aqui com a esperança de que receberiamos o anúncio da recomposição salarial dos servidores com menores salários. Ao invés disso sofremos um baque, dos gigantes. São quase dez meses de negociação que mais uma vez não deram em completamente nada. E quem sofre não são aquelas categorias que repetidamente têm reajustes, mas os mais humildes, com 30% de defasagem. Exigimos não só a continuação da mesa de negociação, mas dá recomposição já", disse a presidenta Janeayre Souto.

    A presidenta do SINSP fez questão de também dizer durante a audiência que o governo deve observar maneiras de ampliar a arrecadação, além de enxugar a máquina pública, por exemplo, realocando os servidores em desvio de função que recebem altos salários, em comparação com os que deveriam ocupar essas funções.

    O SINSP seguirá lutando pela recomposição e continuará dialogando com o governo para que os menores salários sigam sofrendo.

    Veja mais informações:

    Servidores mais humildes têm perda salarial de 29,93% no governo Fátima Bezerra, de acordo com DIEESE

    Estudo do Dieese mostra que servidores mais humildes têm perda salarial de 26,49% no governo Fátima; desde 2010 são 106,04%

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